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sábado, 19 de agosto de 2017

Vamos adotar?

Olá, olá,
Hoje é o Dia Internacional do Animal Abandonado, faz sentido que seja, infelizmente, pois é nesta altura do ano em que se verifica uma enooorme quantidade de abandonos. Tinha pensado em fazer uma lista com todas as vantagens de adotar um animal, referir o tudo de bom que eles podem ser na nossa vida e, claro, toda a felicidade que podemos dar ao tirar um cãozinho ou um gatinho da rua. Mas acredito que o amor que demonstro também sirva de apelo a todos aqueles que têm condições para ter um (ou mais um) animal mas ainda não se decidiram a ADOTAR (não comprar).
Em meio de toda a tristeza destes últimos tempos, eis que surgiu mais um alento para a minha vida, um novo membro na família de coração. Foi no dia 18 de junho, enquanto ardiam os últimos eucaliptos ao cimo da nossa urbanização, que voltámos a avistar esta criaturinha linda, que a mãe, com muito medo certamente, voltou a trazê-la do esconderijo, para o jardim do meu padrinho, onde já havia estado com ela e mais três irmãos, dos quais só dois sobreviveram. Mas de quem é que eu estou a falar? Da minha Tuxa, uma gata (imitação de) siamesa, de 4 meses.
Vocês já sabem que tenho a minha Lolita, já a conhecem. Mas uma coisa que não sabiam, provavelmente, é que ela ODEIA gatos, não pode ver um por perto! No entanto, ela sabia que esta seria diferente, que esta era importante para nós, pois acarinhou-a desde o primeiro dia, mostrando-nos que é realmente uma cadela super inteligente, amorosa, especial... E a Tuxa também o é! Confesso que não sou pessoa de gatos, sempre me considerei maior fã de cães, e isso porque não os conseguia entender, não sabia o amor que um gato nos pode dar, que é diferente daquele a que estamos habituados a receber dos cães.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Tag: O meu animal de estimação

Olá, olá,
Como sabem, há cinco dias foi o Dia do Animal de Estimação e acabei por partilhar convosco nas redes sociais este texto, que já escrevi há algum tempo sobre o amor e os laços que se podem criar entre um cão e o seu tutor (se não leram, é só clicar ali e ir lá espreitar!). Como a Lolita acabou por receber alguns elogios e eu fiquei toda babada e ela toda vaidosa, senti a necessidade de vos trazer mais umas coisinhas sobre esta criaturinha maravilhosa que eu tenho ao meu lado.
Tenho visto, felizmente, esta tag em vários blogues (mas não sei quem criou) e pensei em responder também a ela. Sintam-se livres, igualmente, para responder!
Este é, já há vários meses, o meu fundo do ambiente de trabalho.
1 - Qual é o nome do teu animal de estimação?
Como já estão fartiiinhos de saber, o nome da minha pequena é Lolita (Lola Maria, para os amigos).

2 - Qual é a espécie e a raça dele/a?
Também como podem verificar, a Lolita é um cão (uma cadela), ou seja, da espécie Canis Lupus Familiaris - só para parecer inteligente, ehehe.
A Lolita não tem raça, o que o veterinário classifica de SRD (sem raça definida), ou o que a maioria das pessoas chama de "rafeiro". No entanto, o pai da Lolita, o Niki, é um Yorkshire Terrier, daí estas "feições" tão queridas.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Filhos de quatro patas (Comprovado!)

Acho que já é hora de eu vos apresentar a minha linda, querida, chatinha, babosa, a minha riqueza, a minha mais-que-tudo, a Lolita (!!!). Ela é o que a maioria chama de "rafeiro" (termo que não gosto porque, por vezes, é usado de forma pejorativa), ou seja, não tem raça definida, pois é resultado do cruzamento de um Yorkshire Terrier (o pai) com outro SRD (a mãe). Tem, neste momento, 6 aninhos, mas veio para minha casa com pouco mais de 3 meses, o que quer dizer que cresceu e se desenvolveu connosco. 
Mas não venho aqui em vão, só porque quero apresentá-la. Venho aqui porque, ultimamente, tenho visto vários artigos na internet que falam sobre a relação entre um cão e o seu "dono". Antes de mais, coloco "dono" entre aspas porque não concordo com a denominação pois não creio que seja dona da Lolita, simplesmente a adotei, ela não é da minha posse, right? Prefiro, ainda assim, o termo "tutor", que começa a aparecer em alguns locais, mas não me importo nada de ser a "mãe" de um ser de quatro patas.
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