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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Cartas do Passado #7

Vídeo: "False Alarm" - Matoma & Becky Hill
Se soubesses a importância que tens...
Se soubesses o quão caída por ti fico quando vens com as tuas piadas parvas, histórias absurdas e teorias malucas...
Se soubesses o quanto passei a gostar de olhar para cima e de ver olhos claros e esse teu ar misterioso e desajeitado...
Se soubesses o quão ferida e cansada estou mas que erguer-me-ia apenas para ajudar a cicatrizar as feridas profundas que carregas...
Se soubesses, faria alguma diferença?
Esta paixão é cansativa, sabes? Esta paixão é desastrosamente estúpida.

domingo, 19 de março de 2017

Pai ❤

Quero escrever e não consigo, quero dizer coisas bonitas e parece que a mente não flui. Talvez porque as coisas não tenham de ser explicadas, talvez porque não há nada que diga o quanto uma filha pode agradecer por ter um Pai assim... 
Aquele que sabe fazer tudo, aquele que quer aprender a fazer tudo, que deseja viver mais e mais, que gosta de ensinar, ainda que não tenha muita paciência - ehehe. Um pai que cozinha tão bem (e eu que adoro comer!), que é o melhor pasteleiro, que é um Ás em trabalhos manuais, que ainda pinta e desenha lindamente, que tem uma inteligência enorme e uma criatividade maior ainda! Alguém justo e que me passou valores que considero demasiado importantes, como a tolerância e a luta pela igualdade, seja em que área for, que me passou o amor pelos animais e o respeito por todas as formas de vida.

terça-feira, 14 de março de 2017

#MaratonaDoAmorPróprio

Olá, olá!
Como parece que estes dias me tenho estado a dedicar imenso à temática do body positivity e, sinceramente, estou a adorar escrever sobre isto, estou a adorar partilhar o quanto estou a aprender a me amar e o quanto agradeço por ser tal como sou, trago-vos hoje mais um canal do qual fiquei super fã. Se viram esta postagem aqui, sabem que já vos indiquei este mesmo canal, mas de forma muito breve pois não o conhecia bem e o objetivo era indicar os outros dois em específico. 
Então, o canal é o Alexandrismos, que trata também de empoderamento feminimo mas, acima de tudo, de ajudar na construção da autoestima, de um eu melhor, da aceitação, no autoconhecimento, autoconfiança, enfim, tudo aquilo que não vemos nos media em geralMas eu vim aqui, hoje, com um propósito maior... Estou a fazer uma maratona - e não, não estou a correr. O que estou a fazer é a assistir todos os dias a um vídeo da Maratona do Amor Próprio, lá no canal da Alexandra, que todos os dias tem um tema diferente e uma atividade para nós pormos em prática algo relacionado com o vídeo. Vou agora mesmo para ver o vídeo do nono dia e estou cada vez mais motivada para continuar a assistir, pois não fazem ideia do quanto este canal tem sido útil nesta fase tão crucial da minha vida, neste caminho que eu escolhi, mesmo antes de começar a ver estes vídeos, e do qual vocês, quase sem se aperceberem, estão a ser espectadores.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Cartas do Passado #6

O teu problema é nunca eu te negar. 
O teu problema é nunca partires o coração. 
O teu problema é saberes que podes voltar a qualquer momento. 
Vais embora quantas vezes queres e eu fico aqui, sozinha, desolada, à espera de luz, sem rumo. 
Sinto-me assim, sempre que abalas aquilo que sou, aquilo que quero ser. 
Deixas-me incompreendida e sem sentido, talvez porque é assim que tu és.
Depois, voltas quando sentes a mínima solidão - nem tu sabes o verdadeiro peso dela, pois não?

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Tag: O meu animal de estimação

Olá, olá,
Como sabem, há cinco dias foi o Dia do Animal de Estimação e acabei por partilhar convosco nas redes sociais este texto, que já escrevi há algum tempo sobre o amor e os laços que se podem criar entre um cão e o seu tutor (se não leram, é só clicar ali e ir lá espreitar!). Como a Lolita acabou por receber alguns elogios e eu fiquei toda babada e ela toda vaidosa, senti a necessidade de vos trazer mais umas coisinhas sobre esta criaturinha maravilhosa que eu tenho ao meu lado.
Tenho visto, felizmente, esta tag em vários blogues (mas não sei quem criou) e pensei em responder também a ela. Sintam-se livres, igualmente, para responder!
Este é, já há vários meses, o meu fundo do ambiente de trabalho.
1 - Qual é o nome do teu animal de estimação?
Como já estão fartiiinhos de saber, o nome da minha pequena é Lolita (Lola Maria, para os amigos).

2 - Qual é a espécie e a raça dele/a?
Também como podem verificar, a Lolita é um cão (uma cadela), ou seja, da espécie Canis Lupus Familiaris - só para parecer inteligente, ehehe.
A Lolita não tem raça, o que o veterinário classifica de SRD (sem raça definida), ou o que a maioria das pessoas chama de "rafeiro". No entanto, o pai da Lolita, o Niki, é um Yorkshire Terrier, daí estas "feições" tão queridas.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Crónica de Terraço

Hoje, agora, sentada aqui no terraço, com o som da cidade ao fundo e os pássaros a comemorar um fim de tarde agradável, vejo que a iluminação me começa a atingir. Num misto de amor próprio e celebração daquilo que tenho e daquilo que sou, surge uma cura. O vício é danado, mas a sobriedade chega de forma subtil e faz-me querer ser mais e melhor. 
Um Dia dos Namorados sozinha, a tratar da minha vida e daquilo que quero, num centro comercial apinhado, fez-me entender, talvez, imensa coisa. Fez-me entender que somos donas das nossas vidas, fez-me perceber que o amor, primeiramente, deve vir em forma de amor próprio e que tudo o que temos deve ser celebrado todos os dias e não apenas porque naquele dia nos é ditado. Vi casais felizes, aparentemente, centenas deles, com muito ou pouco em comum, na flor da idade ou no início da efemeridade certa e triste do ser, que ainda são mais bonitos. Mas a verdade é que eu me senti, estranha e surpreendentemente, bem. Aquela rapariga, ali sentada, com os sacos em volta, agarrada ao telemóvel e a comer um gelado, que poderia estar à espera de alguém, que poderia ter sido abandonada, que poderia ter sido deixada à sua sorte num dia em que deveria estar acompanha, estava ali, apenas com os seus pensamentos, por escolha e vontade própria, com o desejo de se testar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Tu.

Pus a tocar a música mais triste que encontrei, aquela que mais me lembrasse de nós, de ti, de uma versão antiga de mim. Vasculhei no computador à procura daquela pasta que teimo em mudar, constantemente, de lugar e nunca sei onde está, embora a encontre sempre, quase guiada por um inconsciente que tudo sabe. Sabe tudo menos onde irei, iremos, parar.
Numa perfeita sincronia, as fotos foram-se desenrolando à medida que a música progredia, também, no tempo e na história que contava. Chorei. Doeu tanto, sabes? Já há demasiado tempo que não sentia esta vontade tão grande de sofrer por nós, de me lembrar que "isto" contínua a doer intensamente... Venho encobrindo o que sinto com emoções ainda mais desgastantes, cansativas, que não me deixam lembrar daquilo que fui, daquilo que tive. Emoções essas que me deixam cada vez mais distante desse ponto que desejo, com toda a força que me resta, recuperar. Mas nada volta, não é? Ou, pelo menos, não volta igual. Quero, então, acreditar que poderá voltar melhor. Ingénua. Estúpida. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Inseguranças.

Perdi a vergonha...
Sabem quando éramos crianças e não nos preocupávamos com a imagem? E quando não olhávamos para o espelho e não pensávamos o quão feios podíamos ser? Às vezes, constata-se que é na adolescência que nos começamos a preocupar demasiado com a aparência, que criamos complexos e vemos defeitos em tudo o que somos, se fomos "menos afortunados". No entanto, comigo sempre foi diferente, não consigo lembrar-me de um único momento em que tenha gostado realmente de mim, mesmo na flor da inocência, mesmo com aquela imagem tão querida, que vejo agora nas fotografias antigas. Só me consigo lembrar de todas as vezes em que desejava crescer, acreditando que ia ficar "como elas" - sem saber quem "elas" seriam.
Porque havia aqueles caracóis que eu detestava no meu cabelo (e que agora adoro), havia os pelos já muito pretos nos meus braços, que as outras meninas não tinham, depois comecei a engordar, com cerca de sete ou oito anos, e começou a haver o complexo com aquela barriga tão proeminente, depois aqueles dentes tortos e, finalmente, aproximando-se a puberdade, aquelas borbulhas horríveis, mais pelos por todo o corpo e a menstruação, para a qual ninguém parece estar preparada, por mais informação que tenha, numa fase de completo descontrolo emocional (e físico).

sábado, 24 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal

Que esta deixe de ser só mais uma noite, como tantas outras, e que, aparte o consumismo exagerado e a falta de valores humanos da atualidade, possamos viver um pouco de amor e de paz, que possamos sentir o calor humano, a presença dos outros, que nos são queridos, e que consigamos descobrir que não estamos sós.
Que a nossa alma se revigore e se abra ao verdadeiro espírito natalício, de amor, solidariedade, dedicação e empatia, e que este esteja em nós, não só nestes dias, mas no novo ano que se aproxima.

Um Feliz Natal a todos e um ótimo 2017, cheio de novos objetivos e desejos, conquistas e realizações!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Sugestão rápida...

tumblr
"The flower of love is the rose.
After three days all the petals fall off and you're left with an ugly, prickly thing."

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cartas do Passado #3

abandonada
Como sabes que és o pior pesadelo de quem mais queres?
Quando a pessoa procura, sobretudo, paz interior e tu só sabes como lhe tirar o sossego.
Quando a pessoa gosta do seu espaço e tu precisas demasiado dela para que o consigas respeitar.
Quando a pessoa gosta de estar sozinha com os seus pensamentos e tu precisas de tanta atenção que não entendes como a libertar.
Quando a pessoa se farta de tudo muito facilmente e sabes que já aturou demasiado da tua personalidade complicada.
Quando a pessoa estava habituada a viver sem preocupações e dores de cabeça e tu és a mais turbulenta que lhe poderia aparecer pela frente.
Quando tu te sentes o ser que tanto precisa de amor e o mais carente à face da terra e imploras que te agarrem, não as mãos mas, por completo e a pessoa não sabe o que é ou como segurar o mundo do outro.
B.P., 2015

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Cartas do Passado #2


painting
Desculpa-me. 
Desculpa-me os ciúmes. 
Desculpa-me as cenas. 
Desculpa-me a irritabilidade. 
Desculpa-me, só. 
Não sou fácil, nunca serei. Sinto-me incompleta a cada momento, há um sentimento de vazio constante, uma dor encoberta por uma capa de papel que passa a vida a rasgar.
Sinto que só tu podes reparar o dano que há em mim, o soberbo e profundo dano dentro de mim. Todas as horas que todos os outros perderam a rasgar cada pedacinho meu e a atear-lhes fogo, peço-te, só a ti, que os busques, que enfeitices as cinzas e que voltes a construir o que fui, aquilo que tenho medo de não voltar a ser. Eu era feliz, juro que era feliz, muito feliz – talvez não tanto. Ou então, julgo e apenas creio ter sido feliz porque assim o desejava.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

No words.

Tento não ser destas coisas, mas a minha vontade de escrever, por vezes, só tem uma razão. A minha falta de vontade de escrever também só poderá, assim, ter uma razão. Dor. Dor. Dor. A percorrer-me as veias, desde o momento em que acordo até ao último milésimo de segundo antes de cair no sono. Tudo o resto é distração. E thank God que existe distração. 
Ou talvez seja eu só fraqueza e falta de amor próprio.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Vícios e Serões Parte II

how i met your mother lily marshall
É verdade, o meu primeiro texto no blogue foi sobre o meu vício corrente na série How I Met Your Mother. Por aquela altura, há quase um mês, já tinha acabado de ver a terceira temporada, em apenas pouco mais de uma semana, no entanto já consegui acalmar a minha "sede" de HIMYM. Acabei, há duas noites, a sexta temporada e ontem ainda vi cinco episódios da sétima temporada. 
Nunca fui muito de ficar ligada a alguma série, como penso que já vos disse, mas surgiu qualquer coisa entre mim e aquelas personagens, que me faz querer continuar a assistir. Estabeleço uma hora limite para ir dormir, mas queria sempre ficar a ver mais. Acho que estou a virar uma pessoa normal... Isto é ser normal, right

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Cartas do Passado #1

E foi a ver fotos antigas que entendi, finalmente. Entendi por que razão te desapaixonaste, te desinteressaste. Eu perdi o sorriso, perdi o brilho nos olhos, perdi o vermelho que me tingia o cabelo. Mas, acima de tudo, perdi a pureza com que me aproximei de ti. Tornei-me numa pessoa fria, obcecada, compulsiva, doente, obscura de certo modo.
Eu era feliz, eu tinha sonhos, eu sorria, eu era única do meu jeito. Foi isso que te chamou para mim, para nós. E, no entanto, consegui chegar ao ponto em que estou. Sou só mais uma pessoa no meio de tantas outras, que precisam de ajuda. Era só mais um estorvo para ti. Era só mais uma coisa chata que não fazia compensar os poucos minutos de prazer, em comparação com os dias de sofrimento.
Mas não me culpes só a mim. Culpa-te também a ti por nunca te teres aberto completamente comigo. Culpa-te pela nuvém que pairava sobre mim, sobre nós. Culpa-te também por me teres tornado fria. Eras quente só de tempos a tempos e o calor é essencial à vida, sabes? Levaste-me o calor, a vida. Levaste-me os sorrisos, o brilho nos olhos, o vermelho do cabelo e o do sangue também. E desapaixonaste-te pois já não tinhas mais nada para levar. 
Mas, acredita, até isso eu te perdoo...
 B.P., 2015
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