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sábado, 29 de abril de 2017

É uma dose de empatia, por favor! (Vamos falar daquele "jogo")

Tenho de vir falar disto porque tenho visto muitas barbaridades escritas e custa-me acreditar que as pessoas sejam só insensíveis, prefiro acreditar que não pensaram antes de se pronunciar...
Se estão atentos às notícias que vão passando pelo Facebook ou até a postagens dos vossos amigos, já devem ter ouvido falar, com certeza, no "jogo" da Baleia Azul. Confesso que inicialmente não estava a entender muito bem o que se estava a passar, embora tenha descoberto isto antes mesmo de chegar a Portugal, mas a verdade é que fiquei perfeitamente chocada, como se ainda não soubesse do que o ser humano é capaz. Mas entendam que eu não me refiro a quem se automutila... Refiro-me àqueles que ainda continuam a aliciar pessoas que se encontram demasiado mal para dizer não ao sofrimento que acabam até por desejar - eu consigo entender isso. Empatia, lembram-se?
Vocês sabem do que estou a falar, não sabem? O "jogo" consiste numa série de desafios que envolvem comportamentos suicidiários, como automutilação e mesmo suicídio, que é o culminar do desafio. Mas eu não fico, infelizmente, chocada com quem pratica estes atos contra si próprio, pois acabamos por saber, não só no meio em que estou, que a mente humana consegue ser a melhor e a pior coisa. E lembrem-se que ninguém, a não ser ele mesmo, pode imaginar o sofrimento psicológico daquele que se submete a um sofrimento físico que, comparado com o primeiro, não é nada. Em primeiro lugar, tentem entender isso e perdoem-me se estiver errada: a pessoa que se automutila, muitas vezes, recorre a esse comportamento quer para aliviar a dor psicológica, quer porque nem isso lhe dói tanto quanto os seus pensamentos e é uma forma de escapar a eles. Não é fácil de perceber, mas creio que é assim que funciona. Em segundo lugar, jamais podemos julgar ou criticar alguém por o fazer, ou chamá-lo de fraco, de "pobre de espírito". Como me farto de dizer, o sofrimento é muito subjetivo e aquele acontecimento que para alguém não quer dizer nada, para outra pessoa pode ser o fim.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Manifesto ao Dia da Mulher

Passei o dia de ontem a pensar no que iria escrever aqui, passei o dia às voltas para chegar a conclusão nenhuma. Queria exaltar as mulheres, pelos seres fantásticos que podem ser. Queria dizer que adoro ser mulher, por todo o motivo e mais algum que agora me está a faltar. Queria poder engrandecer este dia e dizer o quão importante ou bonito ele é. Mas não consigo fazer isso. Não consegui escrever nada que celebrasse este dia. Não acho que haja motivo para o fazer, talvez.
Não posso celebrar o Dia da Mulher enquanto as mulheres continuarem a receber menos dinheiro que um homem  pelo mesmo trabalho. 
Não posso celebrar o Dia da Mulher enquanto não conseguirmos ter a mesma representatividade que os homens seja em que setor for. 
Não posso celebrar o Dia da Mulher enquanto houver pessoas a achar que o lugar de uma mulher é na cozinha, em casa, a cuidar dos filhos, do marido, etc.
Não posso celebrar o Dia da Mulher enquanto não tivermos liberdade de decidir o que queremos fazer com o nosso corpo e enquanto ainda existir a proibição para abortar, por exemplo.
Não posso celebrar o Dia da Mulher enquanto ouvir mulheres a dizerem que o feminismo não é necessário - entendam-no primeiro...

sábado, 3 de dezembro de 2016

Animais não são presentes

ANIMAL
Olá a todos, 
Venho com espírito de Natal pois este mês é-me quase impossível não o deixar, mas quero falar de uma coisa séria, por dois motivos: ontem foi o Dia do Rafeiro e hoje vi na página da Animal, no facebook, mais um dos apelos, típicos desta época, para não se oferecerem animais como prenda de Natal. Também só venho aqui, como tantas outras pessoas, tentar sensibilizar para este tema, pois a verdade é que muitos dizem gostar de animais e achá-los muito fofinhos, queridos, divertidos, no entanto quando se deparam com a responsabilidade que é ter um cão, por exemplo, em casa, a opinião muda e acabam por, cruelmente, se "desfazer" de um ser que deviam cuidar e respeitar.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Ao desgraçado que nos fez sofrer numa tarde interminável:

incendio
Sim, tenho muita raiva de ti. E eu nem gosto de ser rancorosa, nem muito menos sou destas coisas. Mas o medo faz-nos pensar em tudo...
Não te desejo a morte, pelo menos rápida, mas também não desejo que apodreças numa cela de cadeia (algo que sabemos que não costuma acontecer, infelizmente). 
Apenas desejo, utopicamente, que te prendam a umas destas árvores, das que ficaram por arder pelo fogo que ateaste, que lancem o fogo à tua volta e que sofras, que sofras muito ao vê-lo aproximar-se de ti, que tenhas todos os teus pertences a rodear-te e que vejas que está tudo prestes a ser "comido" pelas chamas, e que te doa, como nos doeu a nós o coração, de tão apertado que esteve. Que sejas consumido, por muito tempo, por um inferno ainda pior do que aquele que esta tarde foi para nós. E que ainda saias vivo, com o trauma e as mazelas para sempre, porque gente como tu não merece absolutamente nada. E nem me peçam calma ou compreensão, porque pode, por enquanto, ter acabado por aqui, mas vejo-o a lavrar do outro lado da encosta e dói a alma só de pensar pelo que passámos e por o que os outros estão a passar igualmente.
E isto é para ti e para todos os que fizeram o mesmo que tu por todo o nosso país.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

II Apelo à autoestima

Sinceramente, não acredito no que os meus olhos veem e no que os meus ouvidos ouvem neste momento. Encontrei no Youtube uma tal de Nicole Arbour, supostamente comediante, e o seu vídeo "Dear Fat People", um entre vários em que ela ridiculariza alguém, seja vegans, seja pessoas religiosas, feministas, pessoas transgénero, etc. Só porque esta senhora ACHA que é comediante e que tem muita piada ao insultar descaradamente qualquer um. Não sei se é a brincar ou não, nem quero saber, também não me sinto magoada com qualquer coisa que ela tenha dito, quer por ser gorda ou feminista, porque sei que o cérebro de alguém assim, simplesmente, não dá para mais, e acima de tudo porque já aprendi a não dar importância às opiniões daqueles que em nada me são importantes. O que apenas acontece é que fico revoltada por haver pessoas a pensar assim e por pensarem que podem dizer tudo o que lhes apetece.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Vamos doar cabelo? (+ Hair Care Routine)

http://www.littleprincesses.org.uk/donate-hair/
O texto de hoje tem um registo um pouco diferente do habitual, assim como o conteúdo e será mais direcionado para o público feminino, não pretendendo, claro, excluir ninguém! Eu costumo ser das pessoas mais desleixadas que vocês podem conhecer no entanto, há uns meses, tomei uma (pré)decisão, que não sei se terei coragem de o fazer, mesmo que a vontade seja grande, e que me faz ser mais cuidadosa. Vou "abrindo caminho" para isso...
Decidi que queria doar cabelo. E porquê? Porque, apesar de ser agora um pouco desleixada, enquanto criança sempre fui muito vaidosa, gostava de pôr lacinhos, fitas, todos os acessórios e mais algum, e custa-me pensar que poderão haver meninas que, por algum problema, seja cancro ou não, não o podem fazer. Com certeza, a autoestima destas crianças fica abalada desde muito cedo e é díficil pensar que alguém tem de passar por isso. 

quarta-feira, 20 de julho de 2016

"Lights Out"

Estou tão entusiasmada, andava mesmo a precisar disto! É já amanhã que sai o filme "Lights Out: Terror na Escuridão". Quero tanto, mas tanto, ver. É do mesmo realizador dos filmes "The Conjuring" e "The Conjuring 2 - A evocação" (de que já falei aqui), entre outros, igualmente bem conhecidos, e estou com a impressão de que vou gostar mesmo dele, apesar de ser uma medricas quando se trata de estar em sítios pouco iluminados (!). Mas mal vi o trailer, que vos deixo aqui, fiquei com uma enorme vontade de assistir!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

"Nobre Povo"

bandeira portuguesa
Uau, digo-vos, eu não gosto de futebol, não me diz nada se A ou B ganha seja quando for. Mas quando se trata da Seleção Nacional é diferente. Alerto que não venho, nem consigo vir aqui trazer-vos opinião ou detalhes sobre o jogo de ontem, mas tenho coração e lembro-me de, em miúda, ver a final do Euro 2004, em que a Grécia derrotou Portugal. Estava a jantar em casa dos meus avós, era ainda a minha prima bebé, ninguém ligava ao jogo e a receção da televisão não estava lá muito boa, só com formigueiro, no entanto recordo de ter voltado para casa triste porque vi Portugal perder. Atrevo-me a dizer que, provavelmente, fora o único jogo de futebol que eu vira até aí (na minha família não há grande interesse pela "bola") e servira para ver o meu país sair derrotado. Mas passou-se...

terça-feira, 5 de julho de 2016

Apelo à autoestima

Vemos nesta altura, e até mais cedo, publicidade do género "Prepare o seu corpo para o verão". Whaaat? Qual é a diferença entre um corpo de verão, um corpo de inverno, um corpo de outono, primavera (e houvesse mais estações para enumerar)? Rigorosamente nenhuma! Basicamente, o que os media e as empresas que vendem depurativos, diuréticos, cosméticos milagrosos que prometem reduzir a celulite e tirar não sei quantos centímetros de barriga, coxas, rabo, e por aí em diante, nos querem dizer é que se queremos mostrar o corpo temos de estar dentro daquelas medidas, caso contrário temos de ficar em casa tapadas com um cobertor (de preferência para fazer sauna e perder gordura, hum?) porque não temos um "corpo de praia". Aliás, acho que estas empresas querem mesmo é vender (genius que eu fui agora) e, para isso, usam todo um conjunto de estereótipos, preconceitos, o que lhes quiserem chamar, que fazem as mulheres sentir-se mal porque não se inserem naquele padrão.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Pseudo Psicologia

pseudo psicologia
"10 Regras Zen"
Ao andar pelo meu feed do Facebook, vi esta imagem, que algum amigo meu partilhou e sobre a qual considerei interessante falar aqui convosco. 
Como penso que já referi algumas vezes, pois é a minha opinião e é o óbvio, vivemos num mundo em que todos vivem em stress, sob pressão, com ansiedade, sofrem de depressões, passam a vida com dores de cabeça, no sentido literal e figurativo, etc. Há pequenas coisas que eu sei que não são fáceis de pôr em prática, mas se pensarmos bem até parecem simples e podem, com certeza, ajudar-nos a ser mais felizes, a aproximarmo-nos, mesmo que muito pouco (visto que parece quase impossível) de um "estado zen". Ter paz interior é tão importante, já pensaram nisso?
Fiz então, uma pequena adaptação da imagem/mensagem que vi:

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Podemos chamar de egoísmo?

criança
Há cerca de duas semanas, escrevi este texto: https://psicologia-sem-psicologa.blogspot.pt/2016/06/quando-morte-parece-o-mais-acertado.html, tendo por base a história da mãe que se tentou suicidar com o filho no colo, sendo que apenas o filho morreu e, mais tarde, colocou-se a hipótese de que ela atirou, em vez disso, apenas a criança para o rio. Tentei entender os motivos de uma mãe que mata o seu filho, mas eis que ontem apareceu uma nova notícia e eu fico a pensar "Mas este mundo não para de me surpreender?". Pois bem (que nada bem está), uma mulher, de 37 anos, matou-se a si e ao seu filho, dentro de um carro que ela própria incendiou, isto porque não queria que o menino de três anos pudesse estar também com o seu pai. Tinha sido decidida, pelo juíz, uma guarda partilhada, pelo que entendi, e a mãe que não concordou com a decisão, contrariou-a desta forma.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Opinião: "As Raparigas Esquecidas"

Olá, olá,
Acabei, ontem à noitinha, de ler "As Raparigas Esquecidas", de Sara Blædel e, tal como prometi, aqui estou para dar a minha opinião acerca do livro.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Cinema de Férias

Hoje parece que vou ser demasiado cliché no assunto a abordar, bem como nas minhas escolhas, pois falar de cinema e falar dos filmes dos quais vou falar vai parecer demasiado "Estou à procura de assunto para escrever e não encontrei melhor e mais original", mas que fazer? Sou básica...
Portanto, e visto que, para mim, os exames já acabaram, estou finalmenteee de férias e, "se Deus quiser", com tempo de sobra para pôr leituras em dia, continuar a ver How I Met Your Mother, que não vejo a hora de deixar de ser atrasadinha e poder dizer "Já vi a série completa!!!", e ver uns filmes em condições, porque ultimamente não tenho tido tempo para nada... 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Seremos objetos?

machismo publicidadeEntrámos oficialmente no verão, pelo menos na data, e, por uma estatística que eu mesma calculei, posso dizer que a cerveja é mais consumida nesta época do ano. Pelo menos, juntamo-nos na esplanada do bar da praia, vai uma Mini, coisa que não vejo muita gente a fazer num dia chuvoso de inverno. A minha estatística deverá estar correta... Seguiram o meu raciocínio?
Por falar em cerveja, procuramos anúncios de cerveja e começamos logo a ver mulheres um pouco destapadas, olhar sensual. E foi por acaso que me surgiu a indignação. Já nem me lembro a razão, mas andava a fazer uma pesquisa sobre marcas de cerveja (e são muuuitas) - tópico que poderá ficar para outra altura - e via mulheres por todo o lado. E depois pensamos: quem é o público alvo dos anúncios da cerveja? Resposta sexista: os homens. Começamos logo por aqui. M.A.C.H.I.S.M.O.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Talvez 18 e picos

tirinha
É verdade, parece que já tenho 19 anos... Para ser sincera, nada disto parece real: não acredito ser maior de idade, não acredito que ando na faculdade, não acredito que já tirei a carta. Por vezes, penso se isto não poderá ser tudo um sonho. Até que ponto é que não estamos todos a viver num sonho e a realidade não está ao nosso alcance? Não quero parecer louca, por isso vou ficar por aqui.
Ainda há um bocado me estavam a dizer "Então, já estás mesmo uma mulher!" e eu ri... Eu? Sinto-me uma criança. Digo que sou adulta mas só na data do Cartão de Cidadão, pois nem na altura nem na cara cheia de acne me dão esse estatuto. E, talvez, felizmente! O mundo dos adultos é chato, cheio de rotinas, responsabilidades, afazeres, compromissos, etc.

sábado, 18 de junho de 2016

Quando a morte parece o mais acertado

suicide
Ontem, no Jornal da Noite e por todo o lado na net, o que víamos era a notícia da mulher de 37 anos que, em Barcelos, se atirou de uma ponte, com o filho de seis anos ao colo. Como explicar estas situações? Qual a razão para alguém querer morrer e levar consigo o filho, ainda uma criança?
Claramente, e a meu ver, esta mulher estava perturbada, além de que vi numa das notícias que li, não posso dizer se é verdade ou não, que a mesma sofria de depressão e já havia tentado suicídio antes.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

"Eles são filhos e filhas e pais e mães. Eles são todos nossos irmãos e irmãs"

Não costumo dar grande opinião sobre este tipo de assuntos, mas já que tenho, agora, oportunidade para o fazer…
pray for orlando
São tantas tragédias que atualmente ocorrem e, como é óbvio, não podemos ver umas como mais graves que as outras, nem podemos dizer que umas são mais trágicas que as outras (desculpem a redundância). Mas há, sem dúvida, algumas que nos abalam mais que outras, seja porque os media lhes dão maior relevo, seja porque nos revemos mais na situação daquelas pessoas, ou porque nos identificamos mais com aquele assunto, aquelas circunstâncias, aquele espaço, whatever.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Vícios e Serões

Tendo em conta a situação da sociedade, estão vocês a pensar que eu vou falar em álcool, jogo, drogas, whatever. Pois bem, por mais que seja um assunto que possa abordar, na devida altura, não vou falar desse tipo de vícios, é um tópico demasiado óbvio, demasiado cliché e visto que eu não consigo passar de um ser humano com hábitos "normais", "óbvios", cheios de "é assim que é suposto acontecer", seria de esperar que falasse em algo que reflete o nosso quotidiano. Falarei de algo que reflete o nosso quotidiano, mas algo que o reflete REALMENTE, que o apresenta a nós, embora que de forma divertida e bastante soft.
Comecei, há uns dias. Ok, sei exatamente em que dia foi e não vos irei dizer o motivo: no passado dia 8 de junho. Enfim, comecei a ver uma série que, ok, eu sei, eu sei, não é novidade nenhuma para ninguém. Mas, para mim, foi. Já ouvira falar mas nunca me despertou qualquer interesse. Aliás, não costumo ter grande interesse por séries, grandioso exemplo: comecei a ver Game of Thrones, uma vez, no entanto é demasiado cansativo seguir uma série, nomeadamente uma em que qualquer personagem, pelo qual possas desenvolver alguma afeção, estará para morrer em alguns minutos.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Porquê mais um blogue?

Porque eu preciso e me sinto bem a escrever. Porque gosto daquilo que escrevo, modéstia aparte. Porque já tentei, muitas vezes, ter um blogue mas sempre acabei por desistir dele, por preguiça, por não ter assunto para escrever, por não ver progressos, porque, porque, porque...
Desta vez, não pretendo ter muitos leitores, nem muitos seguidores. Pretendo apenas chegar àqueles que realmente se interessarem pelos assuntos que possa abordar, mas também ter uma forma de me exprimir sobre os assuntos da atualidade, ou não.
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