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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Filhos de quatro patas (Comprovado!)

Acho que já é hora de eu vos apresentar a minha linda, querida, chatinha, babosa, a minha riqueza, a minha mais-que-tudo, a Lolita (!!!). Ela é o que a maioria chama de "rafeiro" (termo que não gosto porque, por vezes, é usado de forma pejorativa), ou seja, não tem raça definida, pois é resultado do cruzamento de um Yorkshire Terrier (o pai) com outro SRD (a mãe). Tem, neste momento, 6 aninhos, mas veio para minha casa com pouco mais de 3 meses, o que quer dizer que cresceu e se desenvolveu connosco. 
Mas não venho aqui em vão, só porque quero apresentá-la. Venho aqui porque, ultimamente, tenho visto vários artigos na internet que falam sobre a relação entre um cão e o seu "dono". Antes de mais, coloco "dono" entre aspas porque não concordo com a denominação pois não creio que seja dona da Lolita, simplesmente a adotei, ela não é da minha posse, right? Prefiro, ainda assim, o termo "tutor", que começa a aparecer em alguns locais, mas não me importo nada de ser a "mãe" de um ser de quatro patas.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Podemos chamar de egoísmo?

criança
Há cerca de duas semanas, escrevi este texto: https://psicologia-sem-psicologa.blogspot.pt/2016/06/quando-morte-parece-o-mais-acertado.html, tendo por base a história da mãe que se tentou suicidar com o filho no colo, sendo que apenas o filho morreu e, mais tarde, colocou-se a hipótese de que ela atirou, em vez disso, apenas a criança para o rio. Tentei entender os motivos de uma mãe que mata o seu filho, mas eis que ontem apareceu uma nova notícia e eu fico a pensar "Mas este mundo não para de me surpreender?". Pois bem (que nada bem está), uma mulher, de 37 anos, matou-se a si e ao seu filho, dentro de um carro que ela própria incendiou, isto porque não queria que o menino de três anos pudesse estar também com o seu pai. Tinha sido decidida, pelo juíz, uma guarda partilhada, pelo que entendi, e a mãe que não concordou com a decisão, contrariou-a desta forma.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

"Família é onde a nossa história começa"

Primeiro, parabéns para mim!
Segundo, parabéns aos meus pais por terem criado esta coisa maravilhosa que eu sou!

(Terceiro...)

Pelo quarto ano consecutivo, a família realizou, ontem, o Encontro da Família Gonçalves Martins. E quem são? A minha família materna. Alguns dos filhos, netos, bisnetos e sobrinhos (nos graus que se possa imaginar) dos avós paternos da minha mãe juntam-se para celebrar a grande família que foi formada e a coragem de quem criou catorze filhos, como aparentemente era normal, naquele tempo, e que, segundo o que o meu avô diz com orgulho, "nunca deixou faltar comida na mesa", o que poderia não ser fácil em algumas famílias daquela época. E este encontro é, sem dúvida, um momento pelo qual espero ansiosamente a partir do momento em que se fala nele porque, infelizmente, com a família um pouco dispersa geograficamente, as reuniões são poucas e, às vezes, por motivos menos bons. 

sábado, 18 de junho de 2016

Quando a morte parece o mais acertado

suicide
Ontem, no Jornal da Noite e por todo o lado na net, o que víamos era a notícia da mulher de 37 anos que, em Barcelos, se atirou de uma ponte, com o filho de seis anos ao colo. Como explicar estas situações? Qual a razão para alguém querer morrer e levar consigo o filho, ainda uma criança?
Claramente, e a meu ver, esta mulher estava perturbada, além de que vi numa das notícias que li, não posso dizer se é verdade ou não, que a mesma sofria de depressão e já havia tentado suicídio antes.
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