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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Um resumo dos últimos tempos

Olá, olá!
Sinto que devo uma explicação, pois tenho andado desaparecida e sei como fico intrigada quando chego a um blogue e a última publicação é de há vários meses - não é o que acontece mas dada a regularidade com que escrevo, podem pensar que desisti, por exemplo. Não desisti! O blogue está aqui para continuar e fico até espantada com a quantidade de visualizações que continuo a ter, mesmo sem o promover muito ou ter postagens novas. É sinal que estou no bom caminho, não é? Só sinto que "fracassei" no facto de este mês não ter postado a rubrica mensal de livros, mas a verdade é que não tenho lido nada e também não me posso sentir culpada por isso!
Mas enfim, não tenho escrito por vários motivos mas, principalmente, porque não tenho tido inspiração ou muita vontade para tal, quem sabe. Há um tempo, achava que a dor, o sofrimento, era o grande motor para a minha escrita e acaba por não ser de todo mentira, como tenho comprovado - não que me queixe, mas tenho-me sentido demasiado bem para escrever, entendem? Tenho estado ocupada a cuidar de mim e a fazer aquilo que gosto: ando focada em tratar a minha acne, não que isso me tome muito tempo; ando a aperfeiçoar os meus dotes de cabeleireira e na maquilhagem; entretanto também foi a Queima das Fitas de Coimbra e andava entusiasmada com isso, embora só tenha ido a uma noite ao recinto (e chegou!); estou a tentar estudar e trabalhar alguma coisita; tenho visto muuuitos filmes de terror (e também vos preciso de pôr a par disso, eheh); e ainda tenho dado umas voltitas de carro, pois preciso, definitivamente, de aperfeiçoar a minha condução.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Há título para isto?

Preciso de me explicar. Preciso que entendam no nível em que estou, como me sinto. Não venho falar de coisas depressivas ou negativas, como tem acontecido. Apenas necessito de esclarecer isto, de uma vez por todas, porque estou a ficar cansada de o repetir...
Sim, engordei "um pouco" nos últimos tempo. Sim, se calhar, como mais, sem tantas restrições e, acima de tudo, sem vergonha - vergonha de mim, nunca mais! Sim, estou dois números de calça acima do que estava há uns meses (e as calças que vestia no Secundário já nem passam na anca!). Sim, tenho camisolas tamanho XL. Sim, sou gorda.
Não estou mais naquele limbo entre o ser ou não ser - nem quero estar. E estou MUITO FELIZ com isso. Não, nunca estive tão pesada. Mas não, também nunca tive uma autoestima tão boa. E não, nunca tinha olhado no espelho da mesma maneira que agora olho. Talvez tenha crescido...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Impurezas.

Sinto-me péssima, frustrada. Tento escrever para escapar à pesada carga teórica que nos obrigam a saber, como se isso fosse determinante da nossa vocação para lidar com as pessoas, e perco a minha inspiração, perco o que tenho de genuíno... 
Depois penso que só consigo escrever quando sofro. A dor é condição essencial, parece-me, nas nossas vidas, na existência humana, e sem ela não há criatividade, sem ela não há mentes turbulentas, não há passados sofridos, não há histórias bonitas para contar, não há felicidade que valha a pena de tão gratificante que pode ser. E o que interessa, na realidade, não é a quantidade de dor pela qual passamos, não é estimar o grau de dor que suportamos, mas sim em que a transformamos, ou seja, a nossa capacidade de fazer algo bom, útil para nós, de uma coisa extremamente desagradável... E todos nós somos capazes de construir a partir do sofrimento, com mais ou menos motivação, mais ou menos força ou vontade, mas conseguimos. No meu caso, recorro à escrita para aliviar o peso dos momentos maus, o peso da saudade, da decepção, dos desamores, desencontros e desilusões da vida.
Não tenho jeito para poesia, mas sinto que tenho uma mente feita de versos, sabem? Quem me dera conseguir expressar toda a minha dor em poema, seria tão mais bonito, tão mais agradável à vista e ao ouvido. Mas, por enquanto, fico-me com a linha corrida, que me sai naturalmente das mãos, na minha fuga instintiva ao que me desvia daquilo que realmente sinto que sou. Pureza. Turbulência.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

❄ Primeiro post do ano ❄

Olá, olá,
Como estamos naqueles dias em que pensamos muito nas nossas resoluções para o ano que está a começar, nas coisas que queremos fazer e naquilo que fique no ano que acabou, resolvi responder a esta tag que vi no blogue, que já sigo há algum tempo, Diário de uma Otome.
O objetivo desta tag é bastante simples, consistindo em enumerar sete coisas sobre mim, em cada tópico.

7 coisas para fazer nos próximos cinco anos

❃ Acabar o meu curso, como é óbvio, e arranjar um emprego;
❃ Comprar muitos livros e começar a definir metas de leitura, porque me ando a desleixar um pouco;
❃ Adotar mais animais, pois sinto que é um objetivo que já tenho há muito tempo e a idade adulta, que se aproxima, pode ajudar-me a concretizá-lo, com certeza;
❃ Publicar o meu primeiro livro;
❃ Aprender, pelo menos, uma língua nova e melhorar o meu inglês, que tem ficado cada vez mais de lado, na minha vida;
❃ Assistir a uma autópsia (esta não sabiam, mas eu tinha o sonho de tirar o curso de Medicina Legal e quero, realmente, averiguar se conseguiria enfrentar uma coisa tão "pesada");
❃ Arranjar a coragem que me falta para, finalmente, doar cabelo;
❃ Começar a fazer voluntariado, seja onde for, pois sinto que tenho isso para oferecer e, até agora, não me dispus a fazê-lo.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

O que se passa?

Juro que queria saber o que escrever, mais do que vou dizer, neste momento. Juro que gostava de manter este cantinho atualizado com a mesma frequência com que o tenho feito, no entanto começam a faltar, apesar de tudo, duas coisas: inspiração e tempo. 
Estou de regresso a Coimbra e, além do stress por que passo, que não ajuda em nada na minha criatividade ou capacidade crítica - peças fundamentais do blogue -, confesso que não consigo ser uma pessoa muito organizada nos meus horários e não tenho muito controlo sobre o tempo que tenho ou não disponível: durmo demasiado tarde mas nem aproveito a noite para fazer coisas das quais tire algum proveito; acordo também tarde e acabo por perder metade do dia no meu sono fora de horas; durante o dia, não largo o telemóvel e demoro séculos na mais simples tarefa, entre tantos outros erros que vou cometendo e que me fazem desperdiçar a minha vida, a minha juventude. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Nem gorda, nem magra. Só eu.

meme
Just like that, huh?
Deparei-me, há uns dias, com um texto divertido do Buzzfeed Brasil, creio que já antigo, sobre pessoas que não são gordas nem são magras, vulgo eu, e veio mesmo a calhar porque estou a dois dias de exibir o corpinho nas belíssimas praias do meu querido Porto Covo e nada melhor que um ligeiro reforço da minha autoestima (e da vossa, se assim for necessário).
A maioria do tempo considero que sou gorda, porque excesso de peso tenho, como estão fartos de saber, bem como coxas para dar e vender, não que queira fazer isso, mas depois vêm as pessoas e dizem-me que não sou gorda e que estou bem assim. Se calhar sou gorda e estou bem assim, na mesma, já pensaram? No entanto, se disser que sou magra ou que estou mais magra, sou capaz de ver narizes levemente torcidos e ouço a minha mãe, a mesma que também diz que não sou gorda, a dizer que realmente devia emagrecer um bocadito e que "essa barriguita" está maior. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

5000 visualizações + "Tag da Verdade"

Wow, em pouco mais de dois meses cheguei às 5000 visualizações. Tenho de vos agradecer a todos, àqueles que acompanham com assiduidade os meus textos, àqueles que acompanham os temas que lhes interessam, e até àqueles que abrem a página mas se assustam com o tamanho daquilo que eu escrevo. Não sabem o quão importante é para mim saber que há pessoas interessadas nas palavras que aqui vou colocando... Obrigada!
Para "comemorar" o alcance desta meta, que julguei vir mais tarde, vou responder a mais uma daquelas tags que gosto tanto e que vi, mais uma vez, no blogue Conta Tudo Cacau. Apenas adaptei, como usual, para o português de Portugal, e retirei algumas perguntas, de modo a que não se tornasse tão massadora.
Sem mais demora, ficam aqui as minhas respostas, rápidas e sinceras:

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Vamos doar cabelo? (+ Hair Care Routine)

http://www.littleprincesses.org.uk/donate-hair/
O texto de hoje tem um registo um pouco diferente do habitual, assim como o conteúdo e será mais direcionado para o público feminino, não pretendendo, claro, excluir ninguém! Eu costumo ser das pessoas mais desleixadas que vocês podem conhecer no entanto, há uns meses, tomei uma (pré)decisão, que não sei se terei coragem de o fazer, mesmo que a vontade seja grande, e que me faz ser mais cuidadosa. Vou "abrindo caminho" para isso...
Decidi que queria doar cabelo. E porquê? Porque, apesar de ser agora um pouco desleixada, enquanto criança sempre fui muito vaidosa, gostava de pôr lacinhos, fitas, todos os acessórios e mais algum, e custa-me pensar que poderão haver meninas que, por algum problema, seja cancro ou não, não o podem fazer. Com certeza, a autoestima destas crianças fica abalada desde muito cedo e é díficil pensar que alguém tem de passar por isso. 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Loneliness.

lonely



Há uns dias, vi no meu jardim este malmequer, surgia do meio da verdura e pendia sobre a pedra fria, cinzenta. Logo me identifiquei com ele, tão sozinho, desamparado, foge do meio da multidão e fica sobre o solo frio, árido, desabitado, a minha mente.
Quanto não vale a paz interior? 
Quanto não vale o calor, o humano principalmente? 
Quanto não vale ter solo firme para pisar?
Quanto não vale sentir-se acolhido pelo universo? 
Quem tudo isto tem nem se chega a aperceber do bem, da enorme riqueza, que o rodeia. Só aquele que não possui sabe reconhecer o verdadeiro valor das coisas, talvez. 
E eu pagaria por elas, se assim pudesse.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

No words.

Tento não ser destas coisas, mas a minha vontade de escrever, por vezes, só tem uma razão. A minha falta de vontade de escrever também só poderá, assim, ter uma razão. Dor. Dor. Dor. A percorrer-me as veias, desde o momento em que acordo até ao último milésimo de segundo antes de cair no sono. Tudo o resto é distração. E thank God que existe distração. 
Ou talvez seja eu só fraqueza e falta de amor próprio.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

1 mês de blogue + Tag: 15 coisas estranhas sobre mim

Quem diria... Já passou um mês desde que comecei a escrever para vocês. Para "celebrar" e porque acho que merecem conhecer-me melhor, até os tiques mais pessoais, resolvei responder a esta Tag, que vi no "Conta Tudo Cacau" e que apenas alterei um bocadinho a forma das perguntas. Descobri recentemente que gosto muuuito de responder a estas coisas e os brasileiros têm grande criatividade nisto (obrigada aos seguidores do Brasil!) *blink eye*.

1 - Qual a alcunha que apenas a tua família te chama?
Não tenho assim nenhuma alcunha, porque todos me tratam por Bea (até fico admirada quando dizem "Beatriz"), no entanto a minha mãe chama-me algumas vezes "Bomboca" ou "Biocas" (nem sei como escrever), não que me orgulhe muito, mas até é querido…
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