quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Desaba.

Ao meu ser:
Deixa-os odiarem-te, pois ódio é algo que não consegues retribuir. 
Deixa-os desejarem que não existisses, porque isso sabes que tu própria desejas. 
Deixa-os comentar as tuas opções e criticarem os teus motivos, pois a tua vida e a tua morte só a ti te pertencem.
Deixa que as vozes te consumam, porque elas são o que tu és. 
Mas não deixes que os outros te derrubem, por nada.
E quando achares que tens razão, morre por ela, só não deixes que eles te matem.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal

Que esta deixe de ser só mais uma noite, como tantas outras, e que, aparte o consumismo exagerado e a falta de valores humanos da atualidade, possamos viver um pouco de amor e de paz, que possamos sentir o calor humano, a presença dos outros, que nos são queridos, e que consigamos descobrir que não estamos sós.
Que a nossa alma se revigore e se abra ao verdadeiro espírito natalício, de amor, solidariedade, dedicação e empatia, e que este esteja em nós, não só nestes dias, mas no novo ano que se aproxima.

Um Feliz Natal a todos e um ótimo 2017, cheio de novos objetivos e desejos, conquistas e realizações!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Pseudo-Escrita




Escrevo para entendedor, porque me sinto desentendida. E quem sofre - todos - entenderá. Sinto um quarto de vida já vivida num quarto frio e sem vida. 
É a isto que se resume a feliz infelicidade de quem quer tudo e crê que nada tem, quando tudo o que poderia ter é tudo quanto precisa para estar contente. Mas nada funciona assim e o ser, incompleto por predefinida circunstância, sente-se vazio na sua imensa vontade de se completar continuamente, com infinitos desejos de plenitude e compreensão - amor. 
Mas tudo o que recebe é a sofrência das súplicas não ouvidas, jamais correspondidas, quando sabe já que não deveria ambicionar aquilo que não vê pois tal não lhe será concedido sem que o mereça. Mas o ser é cego nas suas decisões. E a cegueira torna o ser desprovido de moral para ser merecedor de amor. Ou assim o acha...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Sugestões de Natal #4

dicas de natal
Olá, olá,
Acabei por voltar com a última postagem desta rúbrica e venho mesmo quase à última da hora, não é? Mas eu sei que vocês, como a maioria das pessoas, também sofre com essa coisa chamada preguiça, ou então falta de tempo, ou até com falta de originalidade para prendas, e apenas guardou estes últimos dias antes do Natal para comprar as lembrancinhas.
Então, vou fazer uma lista bem rápida de coisas que ainda vão a tempo de comprar, nestes últimos dias, e que podem ficar bem oferecer no Natal.

Mas, antes, se não viram os outros três textos, podem vê-los: AQUI (#1), AQUI (#2) e AQUI (#3).

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Eu ❤ Cozinhar: Ceia de Natal

Olá!
Sem ser a minha tortilha da semana passada, já não vos trazia receitas há algum tempo, não é?
Hoje, trago algo que fazemos, aqui em casa, para a noite de Natal, já há alguns anos, e que, embora tenha o que é normal comer nessa noite, é diferente e creio que bem mais saboroso! E até mesmo as pessoas mais "tradicionais" têm aprovado este prato. É, como a maioria do que costumo cozinhar, super simples, embora possa levar um bocadinho mais de tempo a ser confecionado. Mas é para uma refeição, por norma, especial. Não é verdade?
Confesso que não sou grande fã do bacalhau e as batatas cozidas e, por isso, para mim é um alívio ver que os meus pais também gostam de ser originais na consoada! Então, fica aqui o nosso prato dos últimos Natais...

sábado, 17 de dezembro de 2016

Sugestões de Natal #3

copyright
Antes de mais, saibam que estou a gostar muito de fazer esta rúbrica, faz-me sentir mais útil, além de que me incentiva muito mais a continuar a minha pesquisa nas prendas de Natal, algo que faço mesmo até à última hora, pois consigo ser extremamente indecisa quando se trata destes assuntos. 
Por isso, aqui estou eu, outra vez, para vos trazer mais sugestões, mais coisas para a casa, que nunca ninguém nega. E se não viram as outras duas postagens, podem ver AQUI a primeira e AQUI a segunda. Hoje trago...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

1/2 ano de blogue

meio ano de blog
Oh.Meu.Deus. 
Eu sei que meio ano são apenas seis meses, no entanto sei que já é bem mais do que aquilo que consegui de outras vezes que tentei manter um blogue, e saber disso dá-me força e mais vontade para continuar por aqui. Não tive grandes razões que vos possa dar para começar este cantinho, mas está a ser tão bom poder vir aqui e escrever aquilo que quero, de acordo com o que sinto, com o que preciso de expressar, ou com o que aprendi, e saber que estou a ter retorno, que vocês leem e que gostam de ler, caso contrário não continuaria a ter visualizações, mesmo nos dias em que nada publico.
Já houve dias em que me esqueci completamente que tinha um blogue, tive dias em que queria escrever e não conseguia, em que escrevia mas achava incoveniente publicar aquilo, outros dias em que me cansei e mandei ao lixo aquilo que tinha para postar, pois sentia que não valia nada...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Cai a ficha outra vez.

Sabem quando uma coisa corre mal? Sabem quantas coisas são capazes de correr mal, como que em catadupa, quando a primeira descarrila? 
A vida, nestes dias, até tem sido fácil. Focada no Natal, que tanto aprecio e que se aproxima, focada nas prendas que gosto de comprar,  focada no facto de estar quase no fim de um semestre académico que foi relativamente positivo, enfim, ligada às coisas boas que ultimamente me têm rodeado, à positividade que, finalmente, parecia tomar posse de mim. Mas, como sabem, tudo o que é negativo chama-nos, mais que automaticamente, a atenção. 
É quase inevitável não dedicarmos a maior parte do nosso tempo àquilo que nos faz sofrer, em vez de apreciarmos o positivo, que pode ser bem maior. E não sou eu que o digo, nada invento aqui. E parece que, temporariamente, espero, a nuvem negra voltou a pairar sobre mim. Porque questiono o inquestionável e obtenho respostas que, pelo menos conscientemente, não desejo ter. Por vezes, a bem da nossa sanidade, é melhor deixar os assuntos morrer, encerrar os capítulos, sabem?  Depois, vem o arrependimento, esse malvado sentimento que em nada nos beneficia e que nada poder mudar, a não ser aumentar o peso das coisas negativas, sendo por si só negativo. 
Sou eu, e mais ninguém, responsável por, mais uma vez, mentirem, ocultarem verdades, traírem a confiança, de alguma maneira, em algum momento. E não deveria impedi-lo? Mas não consigo, ainda, e sei que nada de mal há nisso, a não ser deixar que a ferida abra novamente, sem nunca deixar que a cicatriz seque. Porque somos assim, feitos de ingenuidades, porque tendemos sempre a acreditar, porque esperamos honestidade, porque confiamos. Talvez porque amamos. Ou talvez porque ainda não compreendemos o que é o desapego.
Sabem o que é pior? Sinto que quero "recuperar-me" a mim mesma, ser terapeuta daquilo que sou. Ultimamente, não me permito sentir fria, pura e cruamente, tento racionalizar tudo, tento entender no momento, mesmo o que sei que jamais entenderei sozinha, mesmo sabendo que não consigo suturar o meu próprio corte...
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