Acho que já é hora de eu vos apresentar a minha linda, querida,
chatinha, babosa, a minha riqueza, a minha mais-que-tudo, a Lolita
(!!!). Ela é o que a maioria chama de "rafeiro" (termo que não gosto
porque, por vezes, é usado de forma pejorativa), ou seja, não tem raça
definida, pois é resultado do cruzamento de um Yorkshire Terrier
(o pai) com outro SRD (a mãe). Tem, neste momento, 6 aninhos, mas veio
para minha casa com pouco mais de 3 meses, o que quer dizer que cresceu e se
desenvolveu connosco.
Mas não venho aqui em vão, só porque quero apresentá-la. Venho aqui porque, ultimamente, tenho visto vários artigos na internet que
falam sobre a relação entre um cão e o seu "dono". Antes de mais,
coloco "dono" entre aspas porque não concordo com a denominação pois não
creio que seja dona da Lolita, simplesmente a adotei, ela não é da
minha posse, right? Prefiro, ainda assim, o termo "tutor", que
começa a aparecer em alguns locais, mas não me importo nada de ser a
"mãe" de um ser de quatro patas.