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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Opinião: "A Viúva"

A capa na versão em inglês, diferente da nossa.
Se já por aqui andavam comigo, devem lembrar-se deste texto aqui: "Só mais um livro...". Prometi que traria o mesmo, "A Viúva", para a rubrica mensal de livros, no entanto comecei a lê-lo, assim que acabei de ler "As Raparigas Esquecidas" (que adorei e podem ver a minha opinião aqui), e não me despertou grande interesse, tanto que nem a meio do livro cheguei, continua na minha mesinha de cabeceira, com outro que ando a ler, muito devagarinho, por cima: "Pôr a Casa em Ordem", de Matt Ruff. Escusado será dizer que a leitura me tem passado um pouco ao lado, e não me orgulho!

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Livro: "Confissões"

Olá!
Desta vez, trago-vos mais um daqueles livros que quero mesmo, mesmo, mesmo comprar, e mais um daqueles que me aparecem no meio daqueles e-mails que recebo da Bertrand, e que traz um descontito: está a 15.25€, em vez de 16.90€, na compra on line.
Apresento-vos "Confissões", de Kanae Minato, escritora japonesa de ficção criminal e dos bons dos thrillers, quem eu desconhecia e com razão pois parece que esta é das poucas obras dela que está traduzida para a língua portuguesa, mas posso estar em erro...

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Contínuo a processar...

Vi, há uns dias, um filme de nome "A Purga" ("The Purge") e contínuo a pensar nele, já vão perceber o porquê, se nunca o viram.
Foi realizado por James DeMonaco e produzido por Jason Blum (produtor de "Atividade Paranormal"), estreou em 2013, e é baseado numa visão futurista (mas não muito - passa-se em 2022) dos Estados Unidos, em que o governo concede aos cidadãos, todos os anos, um período de 12 horas sem leis, ou seja, neste período, toda a atividade ilegal/criminosa, como assassinatos, roubos, violações, etc. são legais.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Podemos chamar de egoísmo?

criança
Há cerca de duas semanas, escrevi este texto: https://psicologia-sem-psicologa.blogspot.pt/2016/06/quando-morte-parece-o-mais-acertado.html, tendo por base a história da mãe que se tentou suicidar com o filho no colo, sendo que apenas o filho morreu e, mais tarde, colocou-se a hipótese de que ela atirou, em vez disso, apenas a criança para o rio. Tentei entender os motivos de uma mãe que mata o seu filho, mas eis que ontem apareceu uma nova notícia e eu fico a pensar "Mas este mundo não para de me surpreender?". Pois bem (que nada bem está), uma mulher, de 37 anos, matou-se a si e ao seu filho, dentro de um carro que ela própria incendiou, isto porque não queria que o menino de três anos pudesse estar também com o seu pai. Tinha sido decidida, pelo juíz, uma guarda partilhada, pelo que entendi, e a mãe que não concordou com a decisão, contrariou-a desta forma.
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